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MAgali

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Ando numa fase muito activa apesar do muito frio que se faz sentir.

Tenho a casa virada de pernas para o ar, isto porque decidi mudar. Assim como eu estou em processo de mudança achei que a casa me deveria acompanhar. E como calculam são 36 anos de vida em objectos, papeis, recordações, coisas sem fim. Não imaginava que tinha tanta coisa até começar a abrir os armários. Esta mudança vai demorar uns tempos mas agora tenho disponibilidade de tempo e disponibilidade mental para o fazer.

Este ano vou investir em mim e em tudo o que me rodeia. Vou fazer um curso de yoga e ainda gostava de fazer um curso de mergulho. Vamos ver se consigo ter dinheiro e arranjar uma companhia.

Em termos profissionais quero continuar onde estou e simultaneamente iniciar o meu projecto lá para a segunda metade do ano.

Gostava ainda de conseguir dar o meu contributo na área social, vamos ver se a oportunidade surge.

Este ano vou continuar a estar mais com os meus pais que agradecem e eu também. Estou numa espécie de "refresh" da vida em que os meus pais são uma importante parte de todo o processo.

Fiquem bem e pratiquem o bem!

Om shanti
MAgali

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MAgali

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MAgali

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2011/2012

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O principio da mudança.




Foi um ano mais solitário em termos de interacção com os outros. Sedimentei uma amizade.


Foi um ano mais virado para o interior, apesar disso como sempre continuei muito atenta ao mundo exterior.


Em termos profissionais foi um ano positivo, com algumas experiências novas.


Estou satisfeita com o trabalho que realizo actualmente com as crianças, tem sido para mim uma experiência muito positiva.


Estive mais com a família, bom nesse aspecto também.




Em 2012 espero continuar o meu caminho interior, continuar a descobrir um outro mundo.


Desejo a todos um feliz ano de 2012!!!


Pratiquem o bem.




Om Shanti


MAgali

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Feliz Natal!

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Amor,
Paz,
Harmonia,
Família,
Saúde,
Compreensão,
Carinho,
Alegria,

Para todos!

MAgali

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Yoga

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Om shanti!

MAgali

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A montanha

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"Imagina um homem a caminhar por uma estrada. E a estrada tem contornos, tem curvas, tem subidas e descidas.

Imagina também que esse homem encontra à sua frente um verdadeiro obstáculo. Grande. Alto. Largo. Uma montanha.

O que é que ele faz? Tem três hipóteses.

Ou fica a esmurrar a montanha até a transformar em pó. Ou volta para trás e segue um outro caminho. Ou, a hipótese mais difícil: sobe a montanha. Passa por ela sem sair do seu caminho.

Na primeira hipótese, o homem cansa-se, desgasta-se e se conseguir derrubar a montanha, nessa altura estará tão exausto que não terá forças para continuar o caminho. E o caminho acaba aí.

Na segunda hipótese, o homem amedronta-se com a montanha, e volta. Sai, portanto, do seu caminho.

Na terceira hipótese, o homem sobe a montanha. Só tem essa chance. Subir. Mas, para subir, ele precisa de se livrar da sua carga. Libertar-se de coisas, desapegar-se de elementos que julgava serem cruciais para essa jornada.

Para subir, o homem tem de aceitar «ser». E vai ficando mais leve. Quanto mais sobe, mais carga liberta e mais leve fica. E quando finalmente chega ao topo, está verdadeiramente liberto. Pode olhar lá de cima para todo o horizonte. E percebe que está diferente. Já não pode descer para voltar ao seu caminho inicial. Deverá continuar dali.

E quando ele sentir verdadeiramente isso, eis que um caminho se anuncia a partir dali. Alto, leve, livre. Quando ele aceitou subir a montanha não sabia que estava a subir de nível energético. E só quando chegou lá acima é que percebeu que já não era necessário descer. O caminho seria feito a partir dali.

A vida é exactamente assim. Quando aparece um obstáculo, podes evitá-lo, mudando de caminho mas não de vibração. Ou podes encará-lo, confrontando-te com todas as tuas limitações.


E lembra-te de que confrontares-te com as tuas limitações não é criticá-las nem julgá-las. É aceitá-las e tentar fazer cada dia melhor… mas sem exagero. E é também deixares de te centrar nessas limitações para poderes procurar as tuas capacidades, pois onde há limitações também há capacidades. E quando tiveres encarado o obstáculo e libertado densidade através da aceitação das limitações, nessa altura, estarás a subir a tua frequência energética. E o caminho nunca mais será o mesmo."

in O Livro da Luz de Alexandra Solnado

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Magali

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Profecia Celestina

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James Redfield



Marco incontornável para quem se interessa pelas questões metafísicas, A Profecia Celestina descreve o processo de descoberta espiritual do narrador, à medida que este vai tendo acesso às nove revelações de um antigo manuscrito encontrado no Peru.Ao mesmo tempo, A Profecia Celestina é um guia para o leitor, que vai transportando essas mesmas revelações para a sua própria vida e caminhada espiritual.

A Primeira Revelação alerta para as ditas “coincidências” que acontecem na nossa vida e às quais, muitas vezes, não ligamos. Ou, pelo menos, não prestamos a devida atenção.James Redfield deixa-nos suspensos no mistério, cheios de curiosidade mas com a noção exacta de que não existem acasos. O primeiro passo para a descoberta espiritual, diz ele, passa por tomar consciência de que grande parte dos mistérios do Universo se manifestam no nosso quotidiano. Redfield dá a conhecer outras possibilidades de ler o mundo e fá-lo através de aventura, da descoberta individual dos personagens que se cruzam no enredo da sua Profecia Celestina.

A Segunda Revelação contextualiza a nossa consciência no seu período histórico, fazendo com que a nossa visão sobre o Homem, Deus e o Universo se insira num continuum, num todo. Redfield ajuda-nos a perceber que o nosso olhar sobre o futuro tem de partir da compreensão do passado e presente.Parece evidente mas, por vezes, são os detalhes mais óbvios que nos passam despercebidos. Daí, também, a importância do discurso de James Redfield.

Ampliar a beleza e partir dela para perceber que tudo é energia no Universo é a substância da Terceira Revelação do manuscrito peruano que inspira toda a aventura espiritual da Profecia Celestina. Redfield explica que todo o Universo tem por base um campo de energia que emana de todas as coisas e seres, incluindo naturalmente o Homem. A compreensão desta Revelação passa pela visão desse mesmo campo de energia e essa capacidade começa por desenvolver uma sensibilidade acrescida à beleza. Posto assim, parece um discurso demasiado cifrado mas explicar o que está em questão pode desvirtuar a leitura do livro e retirar-lhe, até, algum do seu suspense.

Alimentar a energia é essencial para fortalecer a nossa relação com os outros e connosco próprios. Por isso, a Quarta Revelação decorre da Terceira: o Universo é alimentado por uma imensa fonte de energia, da qual, no entanto, os homens e mulheres se foram desligando, caindo num estado de carência e fraqueza. Dado que essa energia se tornou um bem escasso, os seres humanos são obrigados a competir uns com os outros para a recuperar. A acreditar em Redfield, esta competição, mais ou menos inconsciente, está na base de quase todos os conflitos humanos.
Procurar alternativas é o que nos resta quando tomamos consciência de que as relações humanas estão enfraquecidas pelas lutas de poder e pelas ligações ‘vampirizadas’, tão frequentes nos dias que correm.

A Quinta Revelação responde a esta questão mostrando que existe, de facto, uma fonte de energia alternativa. Para terem acesso a esta fonte superior, os homens e mulheres têm de abandonar os padrões de competição e controlo dos outros que até aqui utilizavam. Parece demasiado simplista mas, no contexto do livro, faz sentido.

A Sexta Revelação desvenda o papel da experiência mística no processo de descoberta espiritual. Redfield explica que temos que abandonar os nossos comportamentos de controle de poder e resistir à tentação de sugar a energia dos outros. Chegou a altura de despertar para quem realmente somos, de alinhar com a nossa verdadeira natureza, de encontrar o nosso lugar no mundo para podermos, finalmente, ter acesso a esse estado especial da mente, que é, afinal, a experiência de nos deixarmos orientar na vida por coincidências significativas. Entender o conceito de experiência mística é essencial, portanto. Observar e conhecer a nossa própria mente é uma aprendizagem.

A Sétima Revelação ensina a fazê-lo em busca de novas ideias e pensamentos que devemos questionar, enquadrar e tentar compreender no contexto da nossa existência. Esta Revelação coloca-nos no fluxo da evolução, integrando todas as revelações numa única forma de estar.

A Oitava Revelação do manuscrito peruano que é o ponto de partida para toda esta aventura da Profecia Celestina, mostra que as relações amorosas são muitas vezes manifestações de co-dependência, porque criam a ilusão de que se pode ser uma pessoa completa “a meias”, isto é, enquanto casal. Processo de evolução. James Redfield empenha-se particularmente em mostrar como podemos quebrar os padrões de conduta que nos impedem de evoluir e declara que a grande aposta passa por melhorar a circulação da energia entre nós.



Finalmente, a Nona Revelação explica que o Homem vai passar por um processo de evolução consciente no próximo milénio e vai querer viver num planeta sustentável, a um ritmo mais compatível e menos acelerado e com um maior grau de atenção ao que é verdadeiramente essencial. Optimista e consolador, este livro serve de ponto de partida para entender algumas das questões que se prendem com a procura do sentido da vida. Mesmo que, à chegada, os leitores possam descobrir que o seu caminho é outro.


Texto Laurinda Alves



in http://static.publico.clix.pt/docs/coleccaoxis/JamesRedfield.htm



http://pt.scribd.com/doc/7008764/Livro-A-Profecia-Celestina-Ok



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Meditação

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"Om Shanti"

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Steve Jobs

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Destino

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"A ideia do destino é algo que surge com a idade(...) Só muito depois é que se repara que o caminho já está construído, que alguém o traçou para nós e que a nos resta seguir em frente. É uma descoberta que costuma fazer-se por volta dos quarenta anos, então começa-se a perceber que as coisas não dependem só de nós(...). Para veres o destino em toda a sua realidade, tens de deixar passar mais alguns anos. Por volta dos sessenta, quando o caminho é mais comprido do que o que tens à tua frente, vês uma coisa que nunca tinhas visto antes: o caminho que percorreste não era a direito mas cheio de encruzilhadas, a cada passo havia uma seta que apontava para uma direcção diferente; dali partia um atalho, de acolá um carreiro cheio de ervas que se perdia nos bosques. Alguns destes desvios sem te aperceberes, outros nem sequer os viste; não sabes se os que não fizeste te levariam a um lugar melhor ou pior; não sabes mas sentes pena.
Ao longo das encruzilhadas do teu caminho encontras as outras vidas, conhecê-las ou não, vivê-las a fundo ou desperdiça-las depende da escolha que fazes num segundo; embora o não saibas entre seguir a direito ou fazer um desvio joga-se muitas vezes a tua existência, a existência de quem está perto de ti."

In Vai aonde te leva o coração, Susana Tamaro


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Os mais novos

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Trabalhar com crianças não é facil, estão sempre a fazer braço de ferro porque não querem fazer, ou não assim, ou querem outra coisa. É preciso ser firme e não vacilar. As crianças tem coisas engraçadas e nesse aspecto tem sido boa a minha recente experiência.

Um destes dias um dos meus alunos quis escrever, disse-lhe para escrever sobre o mar. Para meu espanto perguntou-me se podia ser um poema e disse-lhe que sim. Fez duas quadras sobre o mar e para um aluno do 7º ano fiquei surpreendida pelo que escreveu e por ser poesia.

Outro dia destes não queriam trabalhar, estavam cansados e quando dei por mim estava a ouvir da boca das crianças do 7º ano "Hey teacher leave the kids alone". Tive vontade de me rir mas como é óbvio não o pude fazer.

Noto que escrevem muito mal, dão muitos erros, escrevem como falam, são preguiçosos para a escrita em papel, só querem escrever no computador e usar o corrector porque cada frase um erro, é uma tristeza...


MAgali

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