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Axolotle

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Ambystoma mexicanum


wikipédia



Axolotle ou salamandra mexicana.


Esta espécie está ameaçada e em vias de extinção.
O seu nome tem origem Asteca e significa monstro aquático. Na mitologia Asteca servia como evocação do Deus Xolotl.


Possui cor cinzenta acastanhada com manchas douradas e mede em média 23 cm.


Além de ser apreciada como alimento esta espécie é utilizada para fins medicinais uma vez que consegue regenerar qualquer parte amputada do corpo e sempre que seja necessário.


Hoje em dia existem muitos exemplares desta espécie em aquários.
O seu Habitat é restrito, vive apenas em lagos e canais próximos da Cidade do México.


As principais razões para que esta espécie esteja em risco têm a ver com, a poluição da água (químicos e esgotos) onde habitam e pela existência de espécies mais fortes introduzidas pelo Homem que competem pelo alimento e alimentam-se dos ovos desta espécie.


Para tentar recuperar a espécie querem repovoar os lagos com animais reproduzidos em cativeiro.


MAgali

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As mantas

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Um dia destes vi um documentário sobre as mantas e fiquei maravilhada...



São animais que se podem ver nas águas tropicais ou em águas temperadas quentes.

Possuem entre 4 a 7 m de comprimento e podem atingir até 1,8 toneladas.

Alimentam-se de planctón, em termos reprodutivos são animais víviparos, as fémeas costumam ter 1 filhote por ano.

São animais solitários mas às vezes podem andar em pequenos grupos.

Há muito para descobrir acerca destes animais, nomeadamente acerca das rotas migratórias que percorrem.

Sabe-se as barbatanas destes animais são muito apreciadas em países como a china o que os torna num alvo para o comércio ilegal.

Existe um projecto em Mocambique que visa a protecção das mantas.

bejinhos!

MAgali

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Para saber mais e para quem quiser participar conultem o site:
Beijinhos!!!
MAgali

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Foi criado no nosso país um parque em Silves para tentar reprodzir esta espécie em cativeiro uma vez que no nosso país já se encontra extinta e actualmente está em perigo de extinção (só esixte em Espanha). A ideia é depois de conseguir a sua reprodução reintoduzir a espécie no ambiente natural. Vamos lá ver se se consegue salvar este magnifico animal!!!
Beijinhos
Magali

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Em vias de extinção

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O azevinho de nome científico Ilex aquifolium, encontra-se em vias de extinção e é por essa razão que se encontra protegido desde 1989 (DL n.º 423/89 de 4 de Dezembro). Uma das razões para o seu desaparecimento são os incêndios florestais e o facto de ser bastante utilizado como decoração na época natalícia. É um arbusto de folha persistente da família das Aquifoliaceae, abundante a Norte de Portugal que nasce espontâneamente na Serra do Gerês, Serra do Alvão, Serra do Marão, Serra do Açor, Serra da Estrela, Serra do Buçaco, Serra de Sintra e Serra de Monchique. É uma espécie que pode chegar aos 30 metros de altura. A época do ano em que floresce é entre maio e junho e as suas flores são brancas ou rosas. As fêmeas têm bagas vermelhas. É necessário preservar a espécie que actualmente só existe em zonas protegidas.

Muitos beijinhos
MAgali

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Nova descoberta...

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Foi efectuada a primeira expedição cientifica ao largo da costa de Timor Leste, feita com o apoio do ministério timorense da agricultura e das pescas no sentido de promover a conservação costeira e marinha. A expedição foi efectuada no primeiro navio para investigação cientifica oceanográfica de Timor, o Timor tiger. Segundo as entidades responsáveis o principal objectivo da expedição é o de desenvolver actividades marinhas sustentáveis e promover o desenvolvimento económico, desenvolvendo a região turísticamente e aumentando o emprego na região. A expedição revelou que naquelas águas existe uma enorme diversidade de espécies nomeadamente de cetáceos, a baleia-azul, baleia-bicuda, baleia-piloto-de-aleta-curta, golfinho-de-risso e o golfinho-comum. Chegou-se à conclusão que aquelas águas servem de rota migratória entre os oceanos Pacífico e Índico. É uma descoberta importante para que se possam monitorizar e preservar a biodiversidade das espécies encontradas. Mas como em tudo há sempre o lado menos positivo da questão, com esta descoberta aparecerão interesses económicos menos benéficos como é o caso da sob exploração dessas águas, da pesca furtiva das espécies para fins comerciais, do crescimento exponencial da população, da degradação dos habitats, entre outros. O difícil será impedir que esses interesses se sobreponham ao objectivo principal o desenvolvimento sustentado da região. Para isso vai ser necessária muita fiscalização e muito bom senso, será?
Muitos beijinhos!
Magali

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Perigo!

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Thunnus thynnus

Segundo um estudo da WWF (World Wildlife Fund) o atum (Thunnus thynnus), encontra-se ameaçado de extinção. Este facto deve-se ao facto das quotas de pesca de atum serem ultrapassadas e existirem barcos que o pescam ilegalmente. O aumento da procura do atum por parte das populações também contribui para o agravamento dos níveis de atum nos oceanos. O estudo refere ainda que as quotas anuais para a pesca de atum são ultrapassadas em treze mil toneladas. O atum vermelho ou de barbatana azul (Thunnus thynnus), conhecido como rabilho em Portugal, encontra-se na lista vermelha dos peixes em risco de extinção. Com vista à resolução deste problema, 46 países vão participar na XVI reunião da ICCAT (Comissão internacional para a conservação dos Atuns do Atlântico) para tentar encontrar soluções para a recuperação da espécie no Oceano Atlântico Este e Mediterrâneo. Em Barcelona, Espanha, houve uma conferência sobre biodiversidade, onde 80 países aprovaram medidas para tentar travar o desaparecimento do atum, nomeadamente criar um santuário no Mediterrâneo e aumentar o período em que é proibida a pesca do atum. Esta semana, como medida de protesto, activistas da Greenpeace colocaram 5 toneladas de cabeças de atum à porta do Ministério de França para sensibilizar a União Europeia para este problema. A Greenpeace defende que a solução para este problema, passa pela suspensão da pesca do atum durante um período para que a espécie possa recuperar para níveis sustentáveis. Esta até pode ser uma medida mais eficaz mas levanta outros problemas, o que iriam fazer os pescadores que se dedicam a essa pesca durante esse período?
Nós também podemos fazer a nossa parte, assim estaremos a contribuir para que a espécie não desapareça! Comam menos atum!
Beijinhos!
Magali

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