Esta espécie está ameaçada e em vias de extinção. O seu nome tem origem Asteca e significa monstro aquático. Na mitologia Asteca servia como evocação do Deus Xolotl.
Possui cor cinzenta acastanhada com manchas douradas e mede em média 23 cm.
Além de ser apreciada como alimento esta espécie é utilizada para fins medicinais uma vez que consegue regenerar qualquer parte amputada do corpo e sempre que seja necessário.
Hoje em dia existem muitos exemplares desta espécie em aquários. O seu Habitat é restrito, vive apenas em lagos e canais próximos da Cidade do México.
As principais razões para que esta espécie esteja em risco têm a ver com, a poluição da água (químicos e esgotos) onde habitam e pela existência de espécies mais fortes introduzidas pelo Homem que competem pelo alimento e alimentam-se dos ovos desta espécie.
Para tentar recuperar a espécie querem repovoar os lagos com animais reproduzidos em cativeiro.
Foi criado no nosso país um parque em Silves para tentar reprodzir esta espécie em cativeiro uma vez que no nosso país já se encontra extinta e actualmente está em perigo de extinção (só esixte em Espanha). A ideia é depois de conseguir a sua reprodução reintoduzir a espécie no ambiente natural. Vamos lá ver se se consegue salvar este magnifico animal!!!
O azevinho de nome científico Ilex aquifolium, encontra-se em vias de extinção e é por essa razão que se encontra protegido desde 1989 (DL n.º 423/89 de 4 de Dezembro). Uma das razões para o seu desaparecimento são os incêndios florestais e o facto de ser bastante utilizado como decoração na época natalícia. É um arbusto de folha persistente da família das Aquifoliaceae, abundante a Norte de Portugal que nasce espontâneamente na Serra do Gerês, Serra do Alvão, Serra do Marão, Serra do Açor, Serra da Estrela, Serra do Buçaco, Serra de Sintra e Serra de Monchique. É uma espécie que pode chegar aos 30 metros de altura. A época do ano em que floresce é entre maio e junho e as suas flores são brancas ou rosas. As fêmeas têm bagas vermelhas. É necessário preservar a espécie que actualmente só existe em zonas protegidas.
Foi efectuada a primeira expedição cientifica ao largo da costa de Timor Leste, feita com o apoio do ministério timorense da agricultura e das pescas no sentido de promover a conservação costeira e marinha. A expedição foi efectuada no primeiro navio para investigação cientifica oceanográfica de Timor, o Timor tiger. Segundo as entidades responsáveis o principal objectivo da expedição é o de desenvolver actividades marinhas sustentáveis e promover o desenvolvimento económico, desenvolvendo a região turísticamente e aumentando o emprego na região. A expedição revelou que naquelas águas existe uma enorme diversidade de espécies nomeadamente de cetáceos, a baleia-azul, baleia-bicuda, baleia-piloto-de-aleta-curta, golfinho-de-risso e o golfinho-comum. Chegou-se à conclusão que aquelas águas servem de rota migratória entre os oceanosPacífico e Índico. É uma descoberta importante para que se possam monitorizar e preservar a biodiversidade das espécies encontradas. Mas como em tudo há sempre o lado menos positivo da questão, com esta descoberta aparecerão interesses económicos menos benéficos como é o caso da sob exploração dessas águas, da pesca furtiva das espécies para fins comerciais, do crescimento exponencial da população, da degradação dos habitats, entre outros. O difícil será impedir que esses interesses se sobreponham ao objectivo principal o desenvolvimento sustentado da região. Para isso vai ser necessária muita fiscalização e muito bom senso, será? Muitos beijinhos!
Segundo um estudo da WWF (WorldWildlifeFund) o atum (Thunnusthynnus), encontra-se ameaçado de extinção. Este facto deve-se ao facto das quotas de pesca de atum serem ultrapassadas e existirem barcos que o pescam ilegalmente. O aumento da procura do atum por parte das populações também contribui para o agravamento dos níveis de atum nos oceanos. O estudo refere ainda que as quotas anuais para a pesca de atum são ultrapassadas em treze mil toneladas. O atum vermelho ou de barbatana azul (Thunnusthynnus), conhecido como rabilho em Portugal, encontra-se na lista vermelha dos peixes em risco de extinção. Com vista à resolução deste problema, 46 países vão participar na XVI reunião da ICCAT (Comissão internacional para a conservação dos Atuns do Atlântico) para tentar encontrar soluções para a recuperação da espécie no Oceano Atlântico Este e Mediterrâneo. Em Barcelona, Espanha, houve uma conferência sobre biodiversidade, onde 80 países aprovaram medidas para tentar travar o desaparecimento do atum, nomeadamente criar um santuário no Mediterrâneo e aumentar o período em que é proibida a pesca do atum. Esta semana, como medida de protesto, activistas da Greenpeace colocaram 5 toneladas de cabeças de atum à porta do Ministério de França para sensibilizar a União Europeia para este problema. A Greenpeace defende que a solução para este problema, passa pela suspensão da pesca do atum durante um período para que a espécie possa recuperar para níveis sustentáveis. Esta até pode ser uma medida mais eficaz mas levanta outros problemas, o que iriam fazer os pescadores que se dedicam a essa pesca durante esse período? Nós também podemos fazer a nossa parte, assim estaremos a contribuir para que a espécie não desapareça! Comam menos atum!