Written by magali
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Emoções
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Pragas
O nemátodo do pinheiro foi detectado em Portugal em 1999. É um verme microcópico pertencente ao grupo das lombrigas e é transmitido através de um insecto vector, o longicórnio do pinheiro. Ataca especialmente os pinheiros e todas as árvores resinosas. A principal causa para o aparecimento deste verme são as monoculturas de pinheiro e o desordenamento florestal, que propiciam a sua propagação. Os principais meios de combate a esta doença são a sua detecção, abate das árvores infectadas e limpeza do que sobra desse abate. Aliado a estas medidas é também necessário proceder ao combate do insecto que faz com que a doença se propague, isso é feito através de armadilhas. Esta doença tem vindo a aumentar em Portugal e neste momento dizem alguns especialistas que será impossível erradicar o nemátodo. Em termos de legislação a remoção das árvores infectadas compete aos proprietários e existem apoios para o fazer. A região afectada pelo nemátodo começou por ser a região de Setúbal mas actualmente a região mais afectada é a região centro. Dizem os especialistas que hoje a doença já afecta 100 mil hectares de floresta! Tem havido muitas criticas à forma como este problema tem sido encarado e conduzido, a situação é actualmente bastante grave e um dos maiores problemas é a falta de fiscalização ao que acontece às árvores abatidas e às sobras desse corte, pois os riscos de contaminação só acabam quando as àrvores são queimadas. Esperemos que esta questão do nemátodo seja resolvida o mais rápidamente possível!!Muitos beijinhos!
Magali
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Thunnus thynnus
Segundo um estudo da WWF (World Wildlife Fund) o atum (Thunnus thynnus), encontra-se ameaçado de extinção. Este facto deve-se ao facto das quotas de pesca de atum serem ultrapassadas e existirem barcos que o pescam ilegalmente. O aumento da procura do atum por parte das populações também contribui para o agravamento dos níveis de atum nos oceanos. O estudo refere ainda que as quotas anuais para a pesca de atum são ultrapassadas em treze mil toneladas. O atum vermelho ou de barbatana azul (Thunnus thynnus), conhecido como rabilho em Portugal, encontra-se na lista vermelha dos peixes em risco de extinção. Com vista à resolução deste problema, 46 países vão participar na XVI reunião da ICCAT (Comissão internacional para a conservação dos Atuns do Atlântico) para tentar encontrar soluções para a recuperação da espécie no Oceano Atlântico Este e Mediterrâneo. Em Barcelona, Espanha, houve uma conferência sobre biodiversidade, onde 80 países aprovaram medidas para tentar travar o desaparecimento do atum, nomeadamente criar um santuário no Mediterrâneo e aumentar o período em que é proibida a pesca do atum. Esta semana, como medida de protesto, activistas da Greenpeace colocaram 5 toneladas de cabeças de atum à porta do Ministério de França para sensibilizar a União Europeia para este problema. A Greenpeace defende que a solução para este problema, passa pela suspensão da pesca do atum durante um período para que a espécie possa recuperar para níveis sustentáveis. Esta até pode ser uma medida mais eficaz mas levanta outros problemas, o que iriam fazer os pescadores que se dedicam a essa pesca durante esse período?
Nós também podemos fazer a nossa parte, assim estaremos a contribuir para que a espécie não desapareça! Comam menos atum!
Beijinhos!
Magali
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No Alentejo, na região de Borba, um dos principais sectores da indústria são os mármores. Da extracção de mármores resultam vários desperdicios que até agora não tinham local de deposição. Foi inaugurado em Borba e estão previstos mais dois locais para deposição de resíduos e sub produtos da exploração de mármores. Estes produtos vão mais tarde ser reaproveitados e aplicados para outros fins como é o caso de arranjo e modelação de terrenos. Vão ser efectuados estudos no sentido de encontar outras possíveis aplicações. Paralelamente a estes locais de deposição, vai ser construída uma central de britagem onde os desperdicios vão ser transfomados em materiais inertes, para depois serem utilizados na construção cívil. Este é mais um passo na reutilização das matérias primas que irá permitir não só poupar dinheiro como o ambiente!
Beijinhos!
Magali
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Esta semana vinha num jornal diário, a notícia de um casal nos EUA que como não podia ter filhos, resolveu em conjunto com a mãe dela proceder ao chamado método da "barriga de aluguer". Este consiste em arranjar uma mãe de substituição que dá o útero onde o embrião se irá desenvolver. A mãe é sujeita a tratamentos para estimular a produção de óvulos que depois são retirados e inseminados com o espermatezoide do pai. Existem muitos casais que porque a mulher tem problemas não conseguem concretizar o sonho de ter um filho e recorrem a este método. Em portugal isso não é possível porque diz a lei "que a mulher que suporta a gravidez de um bébé é considerada como a mãe da criança". Nos Estados Unidos isso é permitido e é legal e existem diversas clínicas que se dedicam a encontrar "barrigas de aluguer" para os casais que a ela recorrem. Para todos os efeitos é a mãe de substituição que sente dentro de si todo o processo de crescimento de um embrião e é sabido que durante a gravidez existem diveras trocas entre o embrião e a mãe. Assim deve ser muito complicado para a mãe de substituição não ter uma forte ligação ao bébé e como se sentirá a mãe e o pai? Esta aparente solução pode trazer muitos outros problemas dificeis de gerir emocionalmente! Como em tudo existem sempre os prós e os contras resta saber qual deles ganha nesta batalha?
Muitos beijinhos
Magali
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Poesia
Como sempre...eterno
O amor é o tudo, é o nada!
A energia almejada e doada,
Emoção peculiar, a cada um singular!
É o leme, o existencial...
A paz, o silêncio, a luta, a glória,
Como sempre... É a própria vitória!
É o viver...O morrer...O transcender!
Não é ou presente, ou passado, ou futuro,
Ou algo que procuro...
Sentimento, emoção que aflora...
No aqui, no agora do eternamente.
O amor é... Como sempre...
No tudo, no nada... O Eterno!
Mifori
Beijinhos!
Magali
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Poesia
Sorriso
Creio que foi o sorriso,
o sorriso foi quem abriu a porta.
Era um sorriso com muita luz
lá dentro, apetecia
entrar nele, tirar a roupa, ficar
nu dentro daquele sorriso.
Correr, navegar, morrer naquele sorriso.
de O Outro Nome da Terra
Eugénio de Andrade
Beijinhos!
Magali
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Nem sempre é fácil olhar para a vida de uma forma positiva. O mundo está em crise, o país está em crise, as portas que há algum tempo estavam abertas neste momento estão fechadas, o tempo das facilidades acabou! A minha geração está com sérias dificuldades em descobrir o seu lugar ao sol. Na altura pensávamos que tirar um curso nos dava garantias de um emprego mas o facto de tirar um curso não nos trouxe assim tantas prespectivas, não digo que não seja importante tirar um curso mas na maioria dos casos é um engano. É uma forma de manter as pessoas ocupadas e assim não entrar logo no mercado de trabalho que se encontra saturado em quase todas as áreas. Os cursos continuam a estar desfazados da realidade nacional. Existem n licenciados em diversas áreas mas não existe mercado para os absorver. E então o que se vê são licenciados a trabalhar em coisas onde não se justifica ter uma licenciatura. Há quem vá tirar mestrados e doutoramentos, para quê? Ou as pessoas já trabalham na área ou então ainda é mais díficil de arranjar emprego. E a experiência na área de formação, como é que se adquire experiência no meio disto tudo? E como é que é possível estas pessoas organizarem as suas vidas e constituirem uma família?
Temos que pensar que melhores dias virão, a questão é que na minha geração vamos estando mais velhos de idade. Apesar da idade ir avançando não significa que tenhamos menos capacidades de aprendizagem e de trabalho. Quando se vê os anúncios de emprego um dos requesitos é idade até aos 35 anos, mas até isso tem de mudar porque hoje em dia já nada é garantido e se hoje estamos a trabalhar num sítio, amanhã podemos estar noutro local qualquer. Tem que haver oporunidades para as pessoas com idade superior a 35 anos. O mercado tem de se adaptar a esta nova realidade!
Não sei como vais se no futuro mas temos que continuar a acreditar e a lutar!!
Muitos beijinhos!
Magali
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Os sobreiros são umas das nossas maiores riquezas naturais em termos económicos, pois destes extrai-se a cortiça que tem diversas aplicações, além das rolhas para engarrafar o vinho, é utilizada na construção civil devido às suas capacidades isoladoras de temperatura, ruído e vibrações, é aplicada commo revestimento nas casas soalhos, tectos e paredes. Actualmente é bastante utilizada na industria da moda e do calçado assim como em artigos decorativos. Portugal é um dos principais produtores de cortiça a nível mundial e por isso é do nosso interesse preservar e aumentar a nossa área de sobreiros. O sobreiro é uma árvore pouco exigente em termos climáticos e de solos, no nosso país a maior parte da população situa-se abaixo do Tejo.
Neste momento já é possível fazer-se a reciclagem das rolhas de cortiça, basta por isso juntá-las e entregar nos hipermercados continente, nos centros comerciais dolce vita ou nas sedes dos agrupamentos de escuteiros onde já existem rolhões. Esperemos que muito em breve essa recolha se faça noutos locais para se tornar mais acessível a todos nós. Mais uma boa iniciativa que esperemos que resulte!
Muitos beijinhos!
Magali
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Quando era mais nova, não sei precisar a idade (provavelmente andava eu na primária), uma das profissões que pensava ser um dia era Bombeira para apagar os fogos. Desconhecia nessa altura que a maioria dos bombeiros são voluntários e que existiam outras funções para além de simplesmente apagar fogos. Podia ter seguido essa carreira mas não aconteceu talvez por ser rapariga, e por ser uma profissão de alto risco, os meus pais também não me incentivaram muito. E porque é que eu quereria ser bombeira? Penso que seria por gostar de ajudar os outros, é um trabalho admirável e extremamente altruísta. O trabalho dos bombeiros é infindável, actuam na área da saúde onde entre muitas coisas são responsáveis pelo transporte dos doentes aos serviços de saúde, actuam na área da protecção civil em caso de acidente de qualquer tipo de catástrofe, e fazem o combate aos incêndios florestais e urbanos. É um trabalho arriscado e é necessário ter muito sangue frio para poder actuar consoante as situações de uma forma eficaz. Ao mesmo tempo deve ser extremamente gratificante poder fazer parte da solução de muitos problemas reais, salvar vidas! Muitas vezes sem o equipamento adequado, sem os meios adequados são obrigados a improvisar, o que acham ser a melhor solução… É fundamental que haja pessoas com espirito corajoso!
Beijinhos
Magali
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A partir do ano que vem vamos poder escolher o autoclismo, o chuveiro, a torneira em função da sua eficácia hídrica. A ideia é mais tarde abranger também a máquina de lavar loiça e roupa. Hoje em dia já se escolhe em função da eficiência energética. Esta escolha permite duas coisas, poupar dinheiro e poupar o ambiente!
Caminhamos para que todos os produtos se possam escolher em função da sua importância no ambiente ou seja para que possamos à partida escolher o produto que tem menor impacto no ambiente, o que consome menos recursos naturais. Não tarda quando formos comprar mobiliário teremos acesso a um rótulo que nos diz qual a madeira de que é feito o móvel e qual a importância dessa árvore no ambiente, por exemplo qual a quantidade de CO2 que consome. Será que ainda não se lembraram disso?
Beijinhos
Magali
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As praxes fazem parte das tradições académicas e são habituais quando os alunos entram na Universidade. Eu não sou anti-praxe mas há que haver alguns limites e quem não deseja ser praxado não deve ser posto de parte nem ser alvo de nenhum tipo de discriminação ou preconceito. Cada aluno deve poder decidir se quer ou não participar nas praxes e não deve haver consequência quando o faz!
A propósito das praxes todos os anos surgem notícias de queixas por parte de alunos que são alvo de praxes que consideram menos próprias. Desta vez foram os alunos da Universidade de Évora que se queixaram de ter sido alvo de uma praxe que consideram ter sido abusiva. A dita praxe foi feita na Herdade da Mitra e consistiu em "mexer" em excrementos de vaca. Isto para as pessoas mais sensíveis ao cheiro e ao tacto pode ser desagradável, para outras pode ser uma humilhação mas na realidade há coisas bem piores! O presidente da associação de estudantes veio defender aquela praxe como uma tradição antiga e de facto é verdade! Eu estudei em Évora e fui alvo dessa praxe da Herdade da Mitra. Na altura andei nas mangas das vacas, fiz guerras de estrume e passámos de mão em mão excremento de porco entre outras coisas. A praxe em si não tem maldade nenhuma, o que muitas vezes acontece e isso sim é criticável é haver alunos que não querem participar e são obrigados a fazê-lo ou então são as próprias afirmações e frases ditas pelos alunos mais velhos que estão a praxar. Há praxes abusivas e penso que devem ser denunciadas, os alunos que as praticam devem ser punidos, há pessoas que não sabem quais são os limites do razoável! A questão é: nem sempre é facil de provar.
As praxes são importantes e não devem deixar de existir porque ajudam a que os alunos se conheçam melhor. E isto ainda é mais importante para as pessoas que vêm de longe! Além das pessoas, também se vão conhecendo os sítios e a própria cidade. E, se forem brincadeiras giras, acabam por ser divertidas!
Beijinhos!
Magali
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Música
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Na sequência do post anterior achei importante escrever sobre o comércio justo. O comércio justo tem por objectivo a venda de produtos cujo preço final reflecte todo o custo associado à exploração, produção e comercialização de um produto. Este comércio é importante não só do ponto de vista ambiental pois todo o processo respeita o ambiente como também do ponto de vista social porque implica o pagamento de salários justos aos trabalhadores envolvidos nas várias fases do processo de produção de um produto, deixa assim de existir a exploração dos trabalhadores, acabando estes por ter uma vida melhor. Também é economicamente importante pois fomenta a economia local e a produção tradicional que se tem vindo a perder com a produção em larga escala. Em Portugal já existem diversas lojas que vendem este tipo de produtos e curiosamente, facto que desconhecia, também existe uma loja bem perto de mim em Almada. Neste Natal estou mesmo a pensar em oferecer algumas prendas compradas numa loja de comércio justo, assim estarei não só a divulgar o comércio justo como também a ajudar esse comércio a crescer em Portugal.
Se quiserem saber mais informações sobre o comércio justo podem consultar:
beijinhos!!!
Magali
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Vejam este documentário sobre a "história das coisas", é grande mas vale mesmo a pena!
Obrigada pela tua colaboração banita;)
Beijinhos!!!
Magali
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